Dias marcados pela presenca dos primos. Na sexta-feira de tardezinha/de noite, acabamos indo ate' o muro. Atracao turistica da cidade, nao tinha como virem aqui e nao visitar. Demos uma volta por la', tomamos um sorvete, voltamos pra casa, afinal acordariamos cedo no sabado...
No sabado, fomos ate Karl-Marx-Allee novamente (onde eu experimentei a deliciosa Apfel Bier pela primeira vez na vida). Demos uma volta por la, mostramos a famosa arquitetura "neoclassica-comunista", e depois partimos ate' Alexander Platz, estacao que abriga a famosa Fernsehturm, torre gigante de TV que parece uma bola daquelas de discoteca dos anos 70 enfiada em um terco de um espeto gigante. Aquela construcao interessante, porem de gosto duvidavel foi encomendada pela DDR para que fosse posteriormente exibida como marca de poder do lado Leste sobre o lado Oeste. Ainda hoje, triunfa como a estrutura mais alta em toda a Alemanha, embora realmente nao pareca.
Voltas e fotos dadas e tiradas por la', rumamos a frente do grande Brandenburger Tor, onde comecariamos nosso passeio turistico que e' disponibilizado "gratuitamente" (se tu nao der gorjeta fica muito mal) pra ver as principais estruturas de Berlim, como o portao, obviamente, o Reichstag, o predio em que o Michael Jackson balacou seu filho (?), catedrais, Checkpoint Charlie, o ex-Bunker do Hitler, o Memorial aos Judeus... uma tour um tanto interessante. Me senti muito "especial" por ter feito a traducao simultanea durante as 4 horas de tour pros meus primos, que nao se viram muito no ingles. Quem sabe no futuro...hehe
Depois de la, fomos pra um bar onde encontramos a Ligia e a Ingrid, duas amigas dos meus primos que tavam viajando pela Europa tambem e que vieram passar uns dias em Berlim. Ficamos la' ate' relativamente tarde e voltamos pra casa mortos de cansados, nao esperando a verdadeira FIESTA que estava acontecendo aqui na casa, a base de muito rock pesado de uma qualidade altamente BAIXA, mas de um volume irritantemente alto. A melhor parte era acordar bem cedo no outro dia pra ir a exposicao da Frida Kahlo...
No domingo
Acontece que mesmo chegando ate antes de o museu abrir, a fila estava gigante. Esperamos uma hora pra depois ainda ouvir de uma funcionaria do museu que ainda teriamos que esperar umas 3 horas pra chegar ate' a porta, sem contar que la' dentro ja tava transbordando de gente. Tomamos a sabia decisao de sair de la, indo direto pra segunda atracao combinada do dia, o ex-campo de concentracao Sachsenhaus, a mais ou menos 50 minutos de Berlim, nos arredores do Oraninenburgo. Chegando na estacao com o mesmo nome, esperamos pela Ligia e a Lena, uma austriaca que trabalha com o meu irmao e que se juntou a nos.
E' realmente impressionante ver o que era aquele lugar. Se a pessoa e' minimamente humana, fica no minimo impressionada em testemunhar de verdade os lugares em que tanta gente padeceu...legalmente. Os triliches praticamente empilhados de tao proximos, do tamanho da cama de uma crianca, e em pessimas condicoes. Os banheiros comunitarios onde os guardas da SS simplesmente matavam as pessoas afogadas nos lugares onde se lavavam os pes, a enfermaria onde os nazistas realizavam experimentos absurdamente crueis junto com operacoes de castracao e estudos pra identificar as racas superiores, ate as camaras de cremacao que ficavam no subterraneo da enfermaria...e' tudo demais pra mim. Claro que valeu a pena conhecer, e se alguem me perguntar, eu realmente recomendo...mas e' bom que a pessoa esteja em plenas condicoes.
Saindo de la', fomos conhecer o Hostel onde a Ligia e a prima, que nao foi ao campo de concentracao porque ja havia ido, estavam ficando. O lugar era todo moderno e futurista, Generators, o nome, mas confesso que me fez pensar em como seria demais viajar com os amigos e parar em lugares assim. E' um plano.
Depois disso, fomos comer no restaurante asiatico mais suspeito do mundo, e voltamos pra casa. E ai veio o merecido descanso.
No sabado, fomos ate Karl-Marx-Allee novamente (onde eu experimentei a deliciosa Apfel Bier pela primeira vez na vida). Demos uma volta por la, mostramos a famosa arquitetura "neoclassica-comunista", e depois partimos ate' Alexander Platz, estacao que abriga a famosa Fernsehturm, torre gigante de TV que parece uma bola daquelas de discoteca dos anos 70 enfiada em um terco de um espeto gigante. Aquela construcao interessante, porem de gosto duvidavel foi encomendada pela DDR para que fosse posteriormente exibida como marca de poder do lado Leste sobre o lado Oeste. Ainda hoje, triunfa como a estrutura mais alta em toda a Alemanha, embora realmente nao pareca.
Voltas e fotos dadas e tiradas por la', rumamos a frente do grande Brandenburger Tor, onde comecariamos nosso passeio turistico que e' disponibilizado "gratuitamente" (se tu nao der gorjeta fica muito mal) pra ver as principais estruturas de Berlim, como o portao, obviamente, o Reichstag, o predio em que o Michael Jackson balacou seu filho (?), catedrais, Checkpoint Charlie, o ex-Bunker do Hitler, o Memorial aos Judeus... uma tour um tanto interessante. Me senti muito "especial" por ter feito a traducao simultanea durante as 4 horas de tour pros meus primos, que nao se viram muito no ingles. Quem sabe no futuro...hehe
Depois de la, fomos pra um bar onde encontramos a Ligia e a Ingrid, duas amigas dos meus primos que tavam viajando pela Europa tambem e que vieram passar uns dias em Berlim. Ficamos la' ate' relativamente tarde e voltamos pra casa mortos de cansados, nao esperando a verdadeira FIESTA que estava acontecendo aqui na casa, a base de muito rock pesado de uma qualidade altamente BAIXA, mas de um volume irritantemente alto. A melhor parte era acordar bem cedo no outro dia pra ir a exposicao da Frida Kahlo...
No domingo
Acontece que mesmo chegando ate antes de o museu abrir, a fila estava gigante. Esperamos uma hora pra depois ainda ouvir de uma funcionaria do museu que ainda teriamos que esperar umas 3 horas pra chegar ate' a porta, sem contar que la' dentro ja tava transbordando de gente. Tomamos a sabia decisao de sair de la, indo direto pra segunda atracao combinada do dia, o ex-campo de concentracao Sachsenhaus, a mais ou menos 50 minutos de Berlim, nos arredores do Oraninenburgo. Chegando na estacao com o mesmo nome, esperamos pela Ligia e a Lena, uma austriaca que trabalha com o meu irmao e que se juntou a nos.
E' realmente impressionante ver o que era aquele lugar. Se a pessoa e' minimamente humana, fica no minimo impressionada em testemunhar de verdade os lugares em que tanta gente padeceu...legalmente. Os triliches praticamente empilhados de tao proximos, do tamanho da cama de uma crianca, e em pessimas condicoes. Os banheiros comunitarios onde os guardas da SS simplesmente matavam as pessoas afogadas nos lugares onde se lavavam os pes, a enfermaria onde os nazistas realizavam experimentos absurdamente crueis junto com operacoes de castracao e estudos pra identificar as racas superiores, ate as camaras de cremacao que ficavam no subterraneo da enfermaria...e' tudo demais pra mim. Claro que valeu a pena conhecer, e se alguem me perguntar, eu realmente recomendo...mas e' bom que a pessoa esteja em plenas condicoes.
Saindo de la', fomos conhecer o Hostel onde a Ligia e a prima, que nao foi ao campo de concentracao porque ja havia ido, estavam ficando. O lugar era todo moderno e futurista, Generators, o nome, mas confesso que me fez pensar em como seria demais viajar com os amigos e parar em lugares assim. E' um plano.
Depois disso, fomos comer no restaurante asiatico mais suspeito do mundo, e voltamos pra casa. E ai veio o merecido descanso.
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